Saca cata pata Mata faca caca Poeira sem eira Ministra mitra Pulha bulha soca Afia mama papa Toca mia tia Acode pote pulha Queres pedes sofre Gole forca tosse Dói mói foge Pia rasga sacode Sangue
Penas em patas sempre, o bico pio. Insectos e olhos terra mãe, voa. Caixa, molas, caga, come e dorme. Preto amarelo laranja. Sexo por descobrir. Bébé ainda cresce. Água no seio papo sacia. Livre saltita, passeio. Molha.
Belo dia um servo saiu da Pandora e inspirou-se na esquina bem perto do local onde o Chico faz as suas porcarias. Não era que o dito animal quadrúpede se deliciava em snifar um formigueiro diante das bostas plantadas que sua majestade canina fazia. De tal ordem que a coceira demorava eternos e arrastados períodos da vida mal cheirosa do pelo de arame. Daí o anfitrião endossou à rainha mãe um pedido de misericórdia, prontificando-se a tratar os seus vizinhos com escárnio e sem mal dizer... Mas o que aconteceu na realidade é bem diferente do que acabo de descrever. O animal serviu-se deste pretexto para domar as formigas e as arrastar para a casa do Tó. E uma vez lá roubar toda a carne e guloseimas...
Acorda estás mijado. Sorriu. Quem mais quer menos pode, xixi. Tapa isso com a mão é sempre mais seguro. Um balde vazio no deserto nada serve. Arre que não entende!!!!
Estou-me cagando para este Sistema! Diz:
- Uma luva de bosta, queres? Ministras-te em vontades partidárias, é esse o teu destino. Engordas-te na miséria dos consumidos.
- Já abriste os olhos? E essa mente? Mente-te pois é!
Revolução era... patos mansos estes que habitam-se...
O Quimio passou-se sem terapia a velha carcaça entreva-se na desnuada vingança do tempo. Invade-te foge-te da seara morte, plantada na exaltada corpo. Saturada suturas-me em tumores a negra fome da consciência. À uma apenas que se lembra, fede de medo, só isso. Uma febril rasga-se e apressadamente consome e queima. Só um voo nobre salva em verde sonho, um sorriso. Tranquila ao sorriso pluma pena...
A dormência saltita na areia se não pois. Um era sempre demais só a espuma engordou pá pá. E sem fim semi rosca paralela ao já, tosse. Escarro ao vazio uma demora se porventura amanhece. Em magoas deveras caindo. Acalca-se em pesadelos fantasmas. Hipocondria na relva cabeça palato trator. Serra, range-me calquitos no umbigo. Arde sobra, venta-te!
Caí pois é certamente um pó de achas talvez, sempre assim não posso ir, sacode-me ó pipi, tasca de vazio em pingo, a garrafa se mias sempre vinha um verde branco, amanhecer em costuras num pano carne, buraco largamente caga a fatia mão de unha rasgada em cu demente. Ora quem fez a vez peixe mó aligeirou-se em boca e saiu... O lanche mais mais foge da praia. Flankus
Tantas coisas semi-pois, em calda de um talvez senão, fica-se em prótese de antes, sofregamente tirados. Ao Sol uma atmosfera rastejante areal, bem somente a mola resmungou o saco fedorento e palitando a estupidez, resgatou-se em casa sim sim. altivos os dentes sem, eram a necrose envaidecida no depois. Aí os estroinas saliva-se uma parvoeira sem eira. No jantar solta-se o gás e rosna-se um mamilar...
Um dia agora... passeio o tempo. saindo passo a passo sim caminho o tempo é um dia agora assim alegre ou triste ... uma passagem entre os dedos passo a passo o repasso é invisível que dia a nadar encaminho o passo que compasso me ressalva um dia de agoras a caminho do passo ao alto trespasso em salva Alma de elegante em pé da mente esquerdo saltito a passo de ar agora em dias monumento momento quente.